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Presidente e ex-presidentes são citados em delações da Odebrecht (Foto: Roberto Stuckert/Beto Barata/Adriano Machado/Mauricio Lima/PR/Reuters/AFP) Temer e todos os seus antecessores vivos estão entre os políticos delatados por ex-executivos da Odebrecht As delações premiadas de executivos da Odebrecht citaram algumas das figuras mais importantes da política recente no Brasil, mas nem todas já são alvos de inquéritos na Justiça. Uma das suspeitas mais comuns é a de receber ou cobrar propinas da construtora para campanhas eleitorais em troca de favores políticos. Veja a seguir quais são as suspeitas sobre os principais nomes que apareceram durante as investigações. Michel Temer (PMDB), presidente da República Com "imunidade temporária", o presidente não pode ser investigado por crimes que não aconteceram no exercício do mandato. A Procuradoria-Geral da República (PGR) não o incluiu na "lista do Janot", e por consequência ele também não é alvo de i...

Relator da reforma política propõe fim de vices, voto em lista rechada e mandato para membros dos tribunais

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Deputado Vicente Cândido (PT/SP), Relator da Reforma Política na Câmara dos Deputados Brasília - Relator na comissão especial da reforma política na Câmara, o deputado Vicente Cândido (PT-SP) propôs em seu relatório apresentado nesta terça-feira, 4, a unificação, para quatro meses, do prazo de desincompatibilização para todos os cargos públicos e a possibilidade de um político disputar mais de um cargo em um mesmo pleito - o que é proibido hoje. Entre suas propostas, estão ainda o fim de uma das duas suplências de senadores e a proibição de divulgação de pesquisas eleitorais uma semana antes da eleição. Hoje, o prazo de desincompatibilização varia de acordo com o cargo público. Pela legislação vigente, ministros, secretários de Estado e municipais, auditores fiscais, diretores e superintendentes de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista têm de deixar os postos no mínimo seis meses antes da disputa, ou seja, em abril. Já dirigentes de enti...

Rangel lidera pesquisa; Aliel e Küller têm empate técnico

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Uma pesquisa sobre a intenção de voto para prefeito em Ponta Grossa, feita pelo instituto IRG Consultoria e divulgado com exclusividade pelo Diário dos Campos, mostra o candidato à reeleição Marcelo Rangel (PPS) na liderança da preferência de votos. Aliel Machado (Rede) e Julio Küller (PMB) aparecem tecnicamente empatados em segundo lugar, com a diferença de pouco mais de um ponto percentual entre eles. Professor Gadini (PSOL) e Leandro Soares (PPL) vêm em seguida. De acordo com o levantamento do IRG, Rangel tem 40,27% das intenções de voto, enquanto que Aliel aparece com 21,63% e Küller 20,44%. Gadini aparece com 4,37% e Leandro Soares tem 0,99%. Indecisos somam 5,36% e nulos são 6,94%. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número 06526/2016, ouvindo 500 pessoas entre os dias 18 e 21 deste mês. O nível de confiança estimado para a pesquisa é de 95%, com margem de erro estimada de 4,4% pontos percentuais, para mais ou para menos. ...

Rangel lidera pesquisa; Aliel e Küller têm empate técnico

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Uma pesquisa sobre a intenção de voto para prefeito em Ponta Grossa, feita pelo instituto IRG Consultoria e divulgado com exclusividade pelo Diário dos Campos, mostra o candidato à reeleição Marcelo Rangel (PPS) na liderança da preferência de votos. Aliel Machado (Rede) e Julio Küller (PMB) aparecem tecnicamente empatados em segundo lugar, com a diferença de pouco mais de um ponto percentual entre eles. Professor Gadini (PSOL) e Leandro Soares (PPL) vêm em seguida. De acordo com o levantamento do IRG, Rangel tem 40,27% das intenções de voto, enquanto que Aliel aparece com 21,63% e Küller 20,44%. Gadini aparece com 4,37% e Leandro Soares tem 0,99%. Indecisos somam 5,36% e nulos são 6,94%. A pesquisa foi registrada junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número 06526/2016, ouvindo 500 pessoas entre os dias 18 e 21 deste mês. O nível de confiança estimado para a pesquisa é de 95%, com margem de erro estimada de 4,4% pontos percentuais, para mais ou para menos. ...

Ponta Grossa: os desafios do trânsito urbano

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Com mais de 180 mil veículos licenciados, a que se somam pelo menos mais uns 30 mil licenciados nos diferentes municípios da região dos Campos Gerais que circulam em suas vias, o trânsito em Ponta Grossa ganha contornos de caos urbano, principalmente nas chamadas hora do rush . A isto acrescenta-se um número indeterminado de indisciplinados pedestres que parecem ignorar toda e qualquer regulamentação viária, transpondo as vias públicas em meio à movimentação caótica de carros, ônibus, caminhões e motocicletas que se esgueiram pelas estreitas vielas do centro urbano. O que falar, então, dos ciclistas? Fora aqueles que conduzem, em grupos, vistosas bicicletas de corrida e que transitam principalmente à noite, com batedores da Autarquia Municipal de Trânsito, os demais sequer desconfiam que os sinais de trânsito são para todos, inclusive para os condutores de veículos de tração humana. Estes conduzem suas magrelas na contramão de direção, não respeitam semáforos, sobem pelas calça...

Ponta Grossa - Reforma Administrativa: uma possibilidade ou uma necessidade?

Ao aproximar-se do fim da primeira metade de seu mandato, o Prefeito Marcelo Rangel (PPS) enfrenta, além de uma profunda crise financeira que foi agravada pela ausência de planejamento estratégico em relação às ações do Governo Municipal, uma enorme crise política. Há um inegável descontentamento da população com o Governo Municipal. Esse descontentamento, segundo fontes, já encontra reflexos até mesmo em alguns dos secretários municipais, que não escondem a frustração diante da inércia governamental e da falta de capacidade de investimento em suas áreas de trabalho. Já está mais do que na hora do Prefeito Marcelo Rangel empreender uma grande reforma administrativa, tanto para redefinir os rumos de sua administração como para promover o enxugamento da imensa estrutura de foi obrigado a compor para assegurar a governabilidade. O problema é que a busca de governabilidade acabou comprometendo a sua própria atuação como prefeito de uma das maiores cidades do Paraná, paralisando t...

O peso da morte de Eduardo Campos no processo eleitoral.

Não dá para negar: a morte de Eduardo Campos, candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB) mexe com o processo eleitoral que já se encaminha para a sua metade final. Oficialmente, a campanha eleitoral teve início no dia 5 de julho e se encerrará no dia 5 de outubro; em caso de segundo turno, o que ocorre apenas para os candidatos a presidente da República e governador de Estado, este será realizado no dia 26 de outubro; portanto, falta exatamente um mês e meio para o encerramento do processo eleitoral. Na corrida presidencial, o quadro estava praticamente definido, sem muitas alterações desde o momento em que foram definidos os candidatos, nas convenções que se realizaram durante o mês de junho. Dilma com uma folgada liderança, com a possibilidade de vitória no primeiro turno; Aécio em segundo e Campos em terceiro, seguidos de todos os demais candidatos. Inesperadamente, Eduardo Campos sofre fatal acidente. Quem irá substituí-lo? Marina Silva, até então candidata a Vice-Presi...